Коментарі читачів

A Literatura Dos Anos 50 E A Figura Feminina

як Juan Wruck (2018-09-28)


Século XX ficou marcado por profundas mudanças comportamentais que marcam profundamente os nossos dias. Assim, a investigação que se concluiu lidou com a construção das identidades femininas, a partir do papel mediador da moda, beleza e corporeidade, tendo como unidade de análise as imagens midiáticas das campanhas publicitárias da empresa de cosméticos Boticário.Vivemos em uma sociedade de aparências e enganação, pois quando a própria lei garante a igualdade, vemos atos absurdos acontecendo com os grupos minoritários, dentre eles as mulheres”. Beleza, corpo bonito, roupas da moda e dinheiro, todas essas coisas vão passar. A figura feminina na Pré-História tinha um enorme peso nas sociedades de todo mundo. É lamentável descrever que estas características remetem ainda de Bolsa clutch uma antiga ideologia discriminatória, em que os traços de desigualdade têm sua explicação na tradicional separação de papéis entre homens e mulheres. A remuneração, não acompanhou crescimento profissional feminino, mesmo conseguindo uma escolaridade superior à dos homens, as mulheres ainda ganham bem menos. Ao longo do século XX a luta das mulheres juntamente com movimento feminista foi pano de fundo para as mudanças e estruturas do cenário na história da sociedade vigente. Assim sendo tema será capaz de refletir as tendências da estação e estilo da marca, sem reproduzi-las como regra. As mulheres modernas tentam carregar a responsabilidade que é do esposo e isso justifica porque ficam sobrecarregadas e os homens perdidos sem saber quando precisam fazer seu papel e se vão fazê-lo. Culto ao corpo e sociedade: mídia, estilos de vida e cultura de consumo. A desigualdade, entretanto, impede a apropriação social adequada do uso da inteligência de metade da humanidade, as mulheres (PEREIRA, 2009, P.36). In: SILVA, Antonio de Pádua Dias da; RIBEIRO, Maria Goretti (orgs.). Mulheres de Helana - trilhamentos do feminino na obra de Parente Cunha. Ela é a ant(i)í-tese do que pugnava Virginia Wolf, em um Teto todo seu, segundo a qual a ausência de grandes mulheres na Literatura se deveu aos deveres domésticos e à estrutura das casas nas quais a mulher não possui um altar para intelecto, como para a beleza, por exemplo, bem como pela falta de renda que a torne independente, tudo nesse contexto.